13 dezembro, 2009

Verdade na sua Verdade


Eu queria escrever algo, no qual eu pudesse me preocupar menos com os erros gramaticais e mais com a verdade das entrelinhas.
Na verdade, eu quero.
Por quê as pessoas não são piamente verdadeiras? Por quê sempre há aquela interpretação de fundo? E, eu também ˜não fujo a regra.
Como saber, até que ponto vai a encenação de alguém e quando acreditar numa improvisação, num manifesto sincero de sentimento?
Uns acreditam no olhar, outros na voz, outros no gesto, no silêncio.
Silêncio...
Eu queria acreditar na verdade, senti-la nas pessoas, nas suas ações, nos seus medos.
Às vezes, perco horas e horas, refletindo sobre isso. Será que fulano é sincero na nossa amizade ? Será que Beltrano não fala comigo apenas por conveniência?
Será? Será?
Certo, isso parece meio paranóico , mas, não é.
Quantos amigos eu tenho de verdade? Quantos você tem?Quantos rezam para você os procurar em tempos difíceis?
E quantos só lembram mesmo de você em ultimo caso, lá em dezembro, para conseguir aquela carona esperta pro réveillon no litoral?
Hein, hein?
Esse é um tema de muitas variáveis e pouca solução.
Ah não ser, que você seja rico e pague um bom analista, possa viajar sempre que lhe der na telha, ir ao cinema três vezes por semana e assistir todo o circuito de show e teatro das megalópoles.
Mas, colocando os pés no chão, isso não é nada fácil para quem sobrevive ao clichês: Vivo para trabalhar e trabalho para viver.
E nessa toada, o texto fluiu por outros assuntos.
Mas, a idéia é essa meus caros seres pensante; Pensem, reflitam, questionem sempre sobre quanta "verdade" há na sua verdade.

[Aline Lira]

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