"Eu ando enganando a solidão
Mantendo a casa cheia
Quase nem me reconheço aqui
Tentando sorrir
Brigo por qualquer razão qualquer senão
Eu rasgo o tempo à toa
Vagando nas esquinas da cidade
Que hoje me amaldiçoa
E no final fica tudo no mesmo
Porque afinal eu sou vazio e desejo
O amor valeu
Viver valeu
Então sou eu
..."
30 abril, 2010
27 abril, 2010
25 abril, 2010
Cansei, cansei...a cada passo, que eu percorro, parece que vou 10 para trás.
Mas a minha essência, está aqui e ela que vai perfumar e fazer com que o sol continue a brilhar para eu não desanimar [rimou, sem querer].
Vontade de voar, e sentar em cima daquela nuvem...ouvindo a música soar com os pássaros cantando.
*Semana tem tudo para ser brilhante e ela vai me fazer ter energias para com tantas coisas que tenho a fazer*
23 abril, 2010
22 abril, 2010

É interessante olhar e ver quando você estuda, determinado produto ou mesmo a marca em si, tu começas a olhar tudo de outra forma, pode até ficar exigente ou chata demais mas faz parte. Afinal, é o meio que atua ou irá atuar. Ou o outro lado, só de ver o produto ou marca, começa a dar tique nervoso, que é a junção dos dois pontos, que sinto no momento.
20 abril, 2010
Bah! Aprendi? Será? Pensando...ou melhor, surtando!
"Achava que sabia da vida, que podia me controlar,
que entendia como as pessoas agiam,
que não seria mais tão bobo,
que já tinha chegado ao melhor de mim possível,
que já tinha passado pelos melhores momentos da minha vida,
que já tinha dado as melhores risadas,
que já tinha visto de tudo, achava que nunca iria gostar de alguém deste jeito,
que não poderia ser mais feliz..."
19 abril, 2010
18 abril, 2010
14 abril, 2010
12 abril, 2010
Se a vida é cheia de futilidades, por que de vez em quando, não posso me incluir nelas?
E esperar por 4 anos e ter o belo presente que ganhei e está me fluindo bem, é muito gratificante a minha nobre pessoa!
Eu sou feliz, com pequenas coisas...eu quero poder voar e cantar!!! Mas ao mesmo tempo, com os pés no chão...I love me =)
Voltemos a apostila...
"Enquanto pessoas perguntam por que, outras pessoas perguntam por que não?
Até porque não acredito no que é dito, no que é visto.
Acesso é poder e o poder é a informação. Qualquer palavra satisfaz. A garota, o rapaz e a paz quem traz, tanto faz. O valor é temporário, o amor imaginário e a festa é um perjúrio. Um minuto de silêncio é um minuto reservado de murmúrio, de anestesia. O sistema é nervoso e te acalma com a programação do dia, com a narrativa. A vida ingrata de quem acha que é notícia, de quem acha que é momento, na tua tela querem ensinar a fazer comida uma nação que não tem ovo na panela que não tem gesto, quem tem medo assimila toda forma de expressão como protesto."
11 abril, 2010
O Melhor De Mim
O meu coração está feliz por causa de você
Minha vida mudou de vez depois que você chegou
Sou outra pessoa, uma pessoa bem melhor
E se o amor tivesse uma cor, seria a sua
Se fosse branca a cor, seria a mais bela das luas
Toda a beleza que o amor pedir, eu quero pra você
O melhor de mim
Se o amor tivesse um nome, seria o seu
Se fosse flor o seu nome, seria o mais doce jasmim
Você sabe me fazer feliz e eu quero pra você
O melhor de mim
O meu corpo tá mais quente por causa de você
Minha pele mudou de cor depois que você chegou
Você entrou na minha vida como um anjo cheio de luz
Tudo ficou mais claro, tudo ficou azul
Se o amor tivesse uma cor, seria a sua
Se fosse branca a cor, seria a mais bela das luas
Toda a beleza que o amor pedir, eu quero pra você
O melhor de mim
Odeio - Caetano Veloso
Veio um golfinho do meio do mar roxo
Veio sorrindo pra mim
Hoje o sol veio vermelho como um rosto
Vênus, diamante, jasmim
Veio enfim o e-mail de alguém
Veio a maior cornucópia de mulheres
Todas mucosas pra mim
O mar se abriu pelo meio dos prazeres
Dunas de ouro e marfim
Foi assim, é assim, mas assim é demais também
Odeio você, odeio você, odeio você
Odeio
Veio um garoto do arraial do cabo
Belo como um serafim
Forte e feliz feito um deus, feito um diabo
Veio dizendo que sim
Só eu, velho, sou feio e ninguém
Veio e não veio quem eu desejaria
Se dependesse de mim
São paulo em cheio nas luzes da bahia
Tudo de bom e ruim
Era o fim, é o fim, mas o fim é demais também
Odeio você, odeio você, odeio você
Odeio
[Na voz da Ana Carolina, mil vezes melhor...é apaixonante mas sou suspeita a dizer algo!]
08 abril, 2010

Quase iguais: em Simplesmente Eu, Clarice Lispector, maquiagem e penteado tornam a atriz ainda mais parecida com a escritora.
É quase como se Clarice Lispector (1920-1977) rediviva ocupasse o palco. Depois de ser visto por cerca de 45 mil pessoas em Brasília e nos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o monólogo Simplesmente Eu, Clarice Lispector chega a São Paulo na sexta (9/4), com Beth Goulart interpretando a autora de A Paixão Segundo G.H. e A Hora da Estrela. A semelhança física entre as duas mulheres é realçada por artifícios como a maquiagem sobre os olhos, o penteado armado e o sotaque estrangeiro que Clarice, nascida na Ucrânia, carregou por toda a vida. Nos dois anos de gestação da peça, Beth devorou a obra da escritora, suas cartas, entrevistas, biografias. Mergulhada de cabeça no projeto, se incumbiu da adaptação do texto e da direção, supervisionada por Amir Haddad. A atriz dá voz à protagonista por meio de um discurso habilmente costurado, intercalando as falas dela com quatro de suas personagens: Joana (de Perto do Coração Selvagem, o romance de estreia, de 1943), Ana (do conto Amor, publicado em Laços de Família, 1960), Lóri (de Uma Aprendizagem Ou O Livro dos Prazeres, 1969) e a narradora anônima da crônica “Perdoando Deus”, que saiu no livro Felicidade Clandestina (1971). Em pauta, confissões e reflexões sobre vida, morte, Deus, arte, cotidiano, loucura, medo e amor. A iluminação de Maneco Quinderé reforça os climas necessários a cada cena. Em forma de semicírculo, o belo cenário de Ronald Teixeira e Leobruno Gama é limitado de um lado pelo público e do outro, por uma cortina com tiras de seda, pela qual a atriz recebe os figurinos criados por Beth Filipecki – elegantes e funcionais, eles podem ser sobrepostos ou tirados com facilidade, revelando por baixo outra roupa. Assim, Beth Goulart vai se transmutando nas personagens, enquanto entrega ao público uma interpretação delicada e poderosa, densa e magnética. Como a prosa de Clarice.
Engraçado, o pessoal da Pós, já são todos tão pré definidos na vida. Muitos casados ou até mesmo com filhos, namorando...pré estabelecidos na vida profissional. Não é uma inveja mas sim, uma observação, todos da mesma forma. Eu, sendo uma das mais novas mas mesmo assim, sendo a diferente da sala. Como sempre, a diferente, sim...em todos os sentidos.
Mas estou bem, da forma como estou, dando tempo ao tempo para conquistar as coisas com que me farão felizes e me sentir bem com aquilo que sou. Ou talvez não, fique frustrada pelo o que tenho, afinal, nenhum ser humano, é totalmente feliz com as coisas que conquistou.
É agora, que as coisas vão conquistar a sua forma, como tem que ser.
07 abril, 2010
Belo Belo - Manuel Bandeira
Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.
Tenho o fogo de constelações extintas há milênios.
E o risco brevíssimo — que foi? passou — de tantas estrelas cadentes.
A aurora apaga-se,
E eu guardo as mais puras lágrimas da aurora.
O dia vem, e dia adentro
Continuo a possuir o segredo grande da noite.
Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.
Não quero o êxtase nem os tormentos.
Não quero o que a terra só dá com trabalho.
As dádivas dos anjos são inaproveitáveis:
Os anjos não compreendem os homens.
Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.
— Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.
06 abril, 2010
Simples Como Qualquer Palavra
"Palavra, tenho que escolher a mais bonita
Para poder dizer coisas do coração
Dar a letra de quem lê
Toda palavra escrita ou rabiscada
No joelho, guardanapo ou chão
Ponto pula linha travessão
E a palavra vem
Pequena, querendo se esconder no silêncio
Querendo se fazer de oração
Baixinha como a altura da intenção e na insegurança
Vírgula, parênteses, exclamação
Ponto pula linha travessão
E a palavra vem ..."
05 abril, 2010
04 abril, 2010
"Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior".
O Anjo Mais Velho - Teatro Mágico
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
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